quinta-feira, 11 de junho de 2009

Nostalgia...

Quando éramos mais novos, adolescentes ou ainda jovens adultos, o tempo rendia mais. Apesar de termos então menos recursos (transporte próprio, dinheiro, etc.) parece que havia mais tempo e oportunidades para fazermos o que queríamos e gostávamos.

Praia, noitadas, almoçaradas, jantaradas, fins-de-semana fora, cinema, livro comprado ou pedido emprestado era livro lido.

Hoje em dia o tempo escasseia, os dias parecem mais curtos e dou por mim constantemente a adiar coisas que gosto de fazer e o trabalho acaba por ter sempre prioridade sobre tudo o resto, incluindo a família. Não sou saudosista, mas confesso que por vezes não me importava de voltar para trás e reviver alguns dos momentos mais marcantes.

Como isso não é possível, a música é a coisa mais parecida com uma máquina do tempo. Não sei se acontece convosco, mas, tal como os cheiros, a música marca momentos da minha vida, e ouvir algumas delas é praticamente reviver aqueles momentos, há anos atrás, em que algo marcante aconteceu com aquela banda sonora. A música fica associada a momentos, épocas, relações, lugares, pessoas...

Portanto, para matar saudades, e antes que isto descambe, tomem lá esta, cuja letra até vem a calhar:


When we were young, and truth was paramount.

We were older then, and we lived a life without any doubt.

Those memories, they seem so long ago.


What's become of them? When you feel like me I want you to know.

... They've all gone for sure...


Don't cry.

Not alone.

Don't cry,

Tonight, my baby.

Don't cry,

You'll always be loved.

Don't cry,

Tonight.

My baby.


Today I dreamed, Of friends I had before.

And I wonder why.

The ones who care don't call anymore.

My feelings hurt.

But you know I overcome the pain.

And I'm stronger now,

There can't be a fire unless there's a flame.


Don't cry.

Your not alone.

Don't cry,

Tonight, my baby.

Don't cry.

You'll always be loved.

Don't cry oh...

Limousines and sycophants,

Don't leave me now,

'Cause I'm afraid what you've done to me.

Is now the wolf.

In my bed,


In my head.

In my head.

In my head.


The challenges, we took were hard enough.

They get harder now.

Even when we think that we've had enough.

Don't feel alone,

'Cause it's I who understands,

I'm your sedative,

Take a piece of me whenever you can.


Don't cry... you're not alone.

... don't be so hard on yourself...


Don't cry... tonight my baby

...These tears are for... someone else...


Don't cry... you'll always be loved

...I hear your voice on the phone...


Don't cry... tonight sweet baby

...I hear you fear... so alone.


1 comentário:

  1. Tá-se mesmo a ver, dois dias em casa durante a semana dão nisto!
    No meu caso é mais "Como água para chocolate" de Laura Esquivel, mas afinal a nossa vida é composta por infímos momentos que empilhamos e de vez enquanto nos aparecem com aquela música ou situação, que com o passar dos anos, qual foto esbatida, ganha um brilho e uma magia própria que na realidade, nunca mas nunca se voltarão a repetir, ainda que com as mesmas pessoas, as mesmas músicas, os mesmos locais e os mesmos cheiros; Tens de guardar bem esses momentos, pois só existem como existem para ti e mais ninguém.
    Só temos de esperam que aperfeiçoem o "projector" de memórias, http://www.google.pt/search?q=projecting+memories&hl=pt-PT&rlz=1C1CHNG_pt-PTPT331&start=10&sa=N, isso sim seria delicioso podermos mostrar as nossas recordações, bom pelo menos as boas.
    Podes começar já a treinar... http://www.lumosity.com/landing?refer=52&gclid=CO7J5-zygJsCFUEA4wodzzdjrw

    ResponderEliminar